Aprenda a administrar seu tempo

Aprenda a administrar seu tempo

Postado em 18 novembro, 2014

Você sabe organizar seu tempo?

 

Quando falamos em gerenciamento de tempo, acabamos não dando a devida importância ao assunto. A teoria tríade do tempo  define a nossa falta de organização em 3 formas: circunstancial, importante e urgente.

Bem, para identificar mais precisamente em que estágio você se encontra, é preciso identificar suas prioridades. Para simplificar, vamos ver isso na prática.

 

Estágio 1 | Circunstancial

 

Os momentos em que posso realizar atividades, mas não existe um horário definido para isso.

Ex: Gostaria de ir ao shopping, posso ir agora almoçar e depois voltar para o trabalho.

 

Estágio 2 | Importante

 

Envolve tudo aquilo que seja sua prioridade, porém existe um tempo para a execução da tarefa.

Ex: Preciso entregar um trabalho na faculdade, mas tenho um mês para realizá-lo. Necessito levar meu filho ao médico, porém a consulta já está agendada para daqui a 15 dias.

 

Estágio 3 | Urgente

 

São acúmulos de tarefas importantes, que não foram cumpridas no momento determinado.

Ex: Preciso entregar o trabalho na faculdade, mas não tenho um mês de prazo, pois esse período já passou e eu não realizei a tarefa, agora só me restam dois dias e estou atrasada.

Ex: Não levei meu filho na consulta agendada, agora preciso ficar no consultório aguardando um encaixe.

 

Infelizmente nossa rotina se encontra em um mar de urgência, isso acontece por não atendermos nossas prioridades nos momentos corretos. Toda vez que precisamos mudar, nos deparamos com alguns transtornos e impasses. Entretanto, quando conseguimos nos organizar, a rotina se torna mais calma e prática.

Para facilitar sua vida, você pode utilizar uma caderneta e agendar suas atividades, ou aproveitar alguns aplicativos de celular que te ajudem a lembrar dos seus compromissos.

Aqui vão algumas dicas para organizar sua rotina:

Faça uma lista com as principais tarefas do dia, incluindo reuniões, e-mails não respondidos e tarefas inacabadas. Selecione o que realmente precisa ser atendido primeiro, e depois realize as tarefas que ainda possuam mais tempo para ser executadas. Se conseguir arrumar um tempo, tente fazer esta atividade para a semana;

Se não for possível resolver tudo, trace um plano de execução e se necessário peça ajuda ao seu chefe ou familiares, e explique sua necessidade. Lembre-se de que agora não é o momento de ser herói e sim eficiente. Se você acreditar e cumprir seus objetivos, com certeza o maior vitorioso será você.

 

 

Fonte: Vidaesaude.tv

O que é transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade?

O que é transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade?

Postado em 29 setembro, 2014

Distracted Student in Classroom

 

 

O Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, com grande participação genética, ele tem início na infância e pode persistir na vida adulta, comprometendo o funcionamento da pessoa em vários setores de sua vida. Esse transtorno se caracteriza por três grupos de alterações: hiperatividade, impulsividade e desatenção.

A Hiperatividade é o aumento da atividade motora, isso quer dizer que a pessoa hiperativa está em constante movimento. Quando se trata de crianças, os professores descrevem que elas se levantam da carteira a todo instante, interagem muito com os outros e falam muito.

Já a Impulsividade é a deficiência no controle dos impulsos, é “agir antes de pensar”. Podemos entender impulso como a resposta automática e imediata a um estímulo. Por exemplo, se alguém nos incomoda ou agride, nosso impulso é afastá-lo ou revidar, agredindo-o de volta; mas isto pode ser algo ruim para todos e deve ser controlado.

A falha da atenção pode aparecer de diversas formas. A pessoa não consegue manter a concentração por muito tempo, daí que, se começar a ler um livro, na metade da página não consegue lembrar o que acabou de ler. Até mesmo numa conversa é capaz de perder o fio da meada.

Podemos afirmar que a pessoa com TDAH é comumente muito desorganizada, graças em primeiro lugar à falha da atenção, mas também devido à sua hiperatividade. Por isso, frequentemente, perde ou não sabe onde colocou objetos como canetas, óculos, livros, chaves, telefone celular, etc… E não é raro depois achar esses mesmos objetos nos locais mais estranhos, porque foram inadvertidamente colocados ali num momento de distração, quando outro estímulo desviou a atenção do que a pessoa estava fazendo.

Devido a esses diversos sintomas, se faz necessária a procura de um profissional especializado para que ele possa identificar e orientar o melhor tratamento para esta pessoa. Geralmente, neste tipo de tratamento, é preciso fazer intervenção de medicamentos e terapia.

 

GRAZIELE ANTUNES DA SILVEIRA

CRP 06/72848

PSICÓLOGA CLÍNICA 

Terapia de casal – Quando é preciso buscar ajuda?

Terapia de casal – Quando é preciso buscar ajuda?

Postado em 18 setembro, 2014

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Podemos afirmar que o conflito do lar é quase universal, antes do casamento as pessoas que se amam tendem a enfatizar suas semelhanças e negligenciar suas diferenças. O fato da diferença pode ser considerado um dos principais fatores para o surgimento dos desencontros e das desarmonias que ocorrem na vida conjugal.

A diferença à qual eu me refiro aqui é o que determina a forma de percepção da realidade de cada pessoa. Um dos parceiros passa a acreditar que a única verdade é a dele e que as demais são opiniões equivocadas. Este posicionamento extremo não permite à pessoa entender que o fato de seu parceiro ter um modo de pensar diferente do seu, não significa que o outro está contra ele.

O casamento não deixa de ser uma relação em que os limites podem se tornar sérios conflitos, isto é, as queixas trazidas pelos casais, não estão centradas no comportamento nem do marido e nem da esposa. Os problemas são o resultado do encontro dessas duas pessoas diferentes, portanto, é o relacionamento que está errado, é nele que iremos focar todo o trabalho da terapia de casal.

Muitos casais deixam para procurar a terapia quando percebem que a relação está falida, geralmente esses casais apresentam os seguintes comportamentos: impossibilidade de ouvir o outro; os parceiros estão armados e passam a maior parte do tempo se agredindo verbalmente, cada fala de acusação é respondida com diversas outras acusações; os olhares entre eles se tornam raios em dias de tempestades.

Podemos perceber, durante o processo de terapia, que os casais que geralmente se separam são aqueles em que os parceiros estão profundamente incapacitados de ouvir e dialogar. Já os casais que dificilmente se separam são aqueles que, mesmo passando por um momento crítico na relação, conseguem cultivar um grau de respeito e de admiração pelo parceiro(a). São pessoas que estão dispostas a assumir suas parcelas de responsabilidades no processo de desencontro conjugal.

O casal deve procurar a terapia quando percebe que a tensão no relacionamento vem aumentando os ressentimentos e impedindo a comunicação, provocando, assim, sentimentos que resultam no afastamento do casal.

A terapia vai criar uma condição favorável para que o casal possa compreender e entender a diferença natural que há num relacionamento. No casamento o verdadeiro sentimento de amor se apresenta como uma proposta de compreender, aceitar, construir e reconstruir a relação, mas tudo isso precisa ser feito pelos dois, pois se apenas um se empenhar para que a relação sobreviva é bem provável que ela morra.

 

Graziele Antunes da Silveira

Psicóloga Clínica

CRP 06/72848

 

Contato : graziele.antunes@yahoo.com.br

Jogo dos 7 check’s!

Jogo dos 7 check’s!

Postado em 11 setembro, 2014

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O Sundara Spa Urbano traz uma excelente novidade pra você: Desta vez não queremos só cuidar da sua saúde e beleza, queremos te presentear.

Se já é nosso(a) cliente, você vai adorar, se não é ainda, agora é a hora de começar um tratamento!

Vem aí, a promoção  “Jogos dos 7 Check’s”.

 

Para participar é muito fácil. Funciona assim:

 

1 – Tire uma foto sua durante uma sessão no Sundara.

2 – Marque a nossa fanpage no Facebook ou o nosso perfil no Instagram.

3 – Publique com a hashtag “#SundaraCuidaDeMim”.

 

Fazendo isso em 7 sessões, você ganhará um presente ESPECIAL do Spa.

Não perca essa promoção incrível. Estamos te esperando, venha pro Sundara!

 

A ciência de ser você

A ciência de ser você

Postado em 9 setembro, 2014

Feliz

 

Há alguns instantes, você decidiu ler esta matéria. Mas você não decidiu nada sozinho. Pode dividir a responsabilidade com seus ancestrais primitivos, sua mãe, seus amigos, traços imutáveis da personalidade e até com a gente, afinal, escolhemos este assunto imaginando que você ia gostar. E tenha certeza: a interpretação que você vai fazer é única. Esta matéria vai te ajudar a entender aspectos neurológicos, psicológicos, sociais, antropológicos e secretos da pessoa mais importante do mundo: você.

Como você virou você

Essa pessoa que você chama de “eu” nem sempre esteve aí. Entenda a formação da sua consciência.

Seus olhos acabam de bater nas manchas pretas que formam as letras desta frase e, como mágica, uma voz surge na sua cabeça. Já parou para pensar o quanto isso é estranho? Pense uns dois segundos sobre isso. Agora reflita sobre algo ainda mais estranho: quem estranhou a voz que surgiu do nada foi a própria voz, e é ela que segue extraindo sentido das manchas nesta página.

Não há nenhum pensamento dentro de você que ela não conheça. E tudo do lado de fora só tem o significado que ela enxerga. Na verdade, essa voz tem algo importante a dizer neste momento: ela é você. E costuma atender pelo nome de consciência.

Estudar o “eu” é um desafio para a ciência. Afinal, como usar evidências científicas para explicar o filme que se desenrola dentro do seu cérebro? Ainda mais se a única poltrona nessa sala de cinema mental já está ocupada por você. Aos cientistas, resta estudar a consciência a partir do que os outros contam – ou de algum vestígio de “eu” capturado em laboratórios. Aliás, descobertas recentes mostram que a consciência pouco se parece com um rolo de filme, cronológico e indivisível, e talvez seja tão fragmentada e imprevisível quanto uma TV mudando de canal. Para não perder o fio da meada, vamos voltar até onde essa história toda começou: quando você era pequeno.

Em formação

Para entender a infância da sua consciência, é preciso usar a imaginação – lembrar é impossível, porque você ainda não formava memórias. Estamos falando de uma época em que você ignorava tempo, espaço e limites do corpo. Pense que você não fazia ideia se os eventos eram rápidos ou demorados, se os lugares eram perto ou longe. Ou mesmo onde terminavam suas costas e onde começavam os braços em que você repousava.

Até os 4 meses de vida, seu cérebro se ocupava basicamente de processar seu contato com o mundo – ele não agia, só reagia. Fazia você acordar se estivesse repousado, chorar se o deixassem com fome, dormir se estivesse cansado. Além disso, as informações que você recebia através dos seus 5 sentidos provavelmente ainda não se separavam, vinham todas juntas.

Essa mistura sensorial, conhecida como sinestesia, ainda não era você. Segundo o neurologista português António Damásio, é só aos 18 meses que surge algo que pode ser chamado de “consciência mínima”.

Nesse momento, a integração entre os lobos frontal e parietal do cérebro fizeram a voz que lê este texto começar a balbuciar. Você passou a reparar em coisas salgadas e doces, lisas e ásperas, quentes e frias, barulhentas e silenciosas, luminosas e escuras – além de se dar conta de que você é apenas um ser entre vários outros e que o mundo não some quando você fecha os olhos.

Quando você tinha entre seus 3 e 4 anos, seus circuitos neurais responsáveis pela linguagem e pela memória de longo prazo se desenvolveram, e nasceu a consciência ampliada: um eu com noção de passado e futuro, que acumula informações sobre si mesmo para formar sua identidade. Pela primeira vez, você começa a se lembrar de que foi ao parque ontem e que você tem que ir ao médico amanhã. Ou, ainda, que você gosta de ir ao parque e nem tanto assim de ir ao médico, transformando isso em traços da sua jovem personalidade. O responsável por esse upgrade, que tornou possível você pensar sobre os seus pensamentos é o neurônio-espelho.

Espelhar é preciso

Concentre-se na seguinte imagem: um sujeito caminha descalço em um quarto escuro. Ele procura o interruptor para acender a luz e, distraído, pisa em um prego. É um prego pontudo, enferrujado, rasgando a pele, o músculo, a carne do sujeito, que sangra e grita de dor. Doeu em você? Obra dos neurônios-espelho. Eles reagem a estímulos que você vê ou imagina em outra pessoa como se ocorressem no seu próprio corpo. Todos os animais de inteligência superior, aqueles que conseguem enviar mensagens uns aos outros, têm os seus.

Mas o que o neurônio-espelho tem a ver com o surgimento dessa voz interna que pensa sobre si? Uma boa metáfora para responder a questão foi criada pelo cientista americano Douglas Hofstadter: O “eu” surge a partir de um processo parecido com o que ocorre quando apontamos um espelho para outro, é o resultado de uma sucessão infinita de imagens mentais sobre outras imagens mentais. E é quando os neurônios-espelho passam a refletir nosso mundo mental que pensamentos sobre outros pensamentos se tornam possíveis. É só aí que nos colocamos oficialmente acima dos chimpanzés e golfinhos: “A consciência humana é única no mundo natural”, diz o neurocientista indiano Vilayanur Ramachandran.

Mas essa é apenas a ponta do iceberg. Ainda não é possível responder com segurança questões como “Uma pedra tem consciência?”, “O vermelho que eu vejo é o mesmo que você vê?” e “Você é uma pessoa no mundo ou um cérebro dentro de um barril?”. Mesmo que a última pergunta seja verdade e o filme rodando aí atrás dos seus olhos não passe de ilusão da voz na sua cabeça, deixe-a lendo e falando. Acostume-se com a pessoa que você é.

Fonte: Superinteressante

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